Dieta do DNA

Olá pessoal,


Esses dias, navegando na net (e obviamente pesquisando sobre dietas), fui conhecendo algumas novas "teorias" sobre dietas personalizadas, dna, sangue, etc. Eu não pretendo fazer nenhuma destas (pois ando me saíndo muito bem no autocontrole e horários programados) porém irei colocar aqui no blog uma explicaçãozinha sobre o que encontrei sobre estas novas dietas.

Se você gostar da minha explicação, não se esqueça de recomendar este artigo pros amigos :)

Hoje vou falar sobre a dieta do dna e a talvez provável explicação de por que aquela dieta funciona tão bem para a sua irmã e não faz efeito para você.

Nos dias de hoje já é bem claro que cada indivíduo por terem seus genes específicos, sua etnia, além de fatores de risco diferentes frente ao estilo de vida, ambiente, metabolismo e fisiologia.

Assim um simples teste de DNA poderia identificar a dieta mais eficiente para pacientes que querem perder peso, segundo um estudo da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, cujos resultados foram apresentados na conferência da American Heart Association.


Os resultados de um pequeno estudo preliminar, envolvendo 101 mulheres, mostrou que aquelas que adotaram a "dieta do DNA", considerada mais apropriada ao seu genótipo, perderam de duas a três vezes mais peso do que as outras.

No Brasil, o Dr. Eduardo Gomes de Azevedo também é um pesquisador do assunto e lançou um livro sobre isto. Segundo ele, “Nosso metabolismo funciona de maneira única e a diferença entre a dieta apropriada para você e a mais adequada para sua irmã está no DNA. Durante a vida, os genes que herdamos dos nossos pais – que determinam as características físicas como cor dos olhos, altura e tipo de cabelo, assim como as doenças a que estamos mais predispostos a desenvolver ao longo da vida – reagem ao meio em que vivemos. Nossas escolhas alimentares, por exemplo, são capazes de inibir ou ativar certas partes do nosso código genético. Assim, os genes podem interagir de maneiras diferentes em cada organismo”, explica o geriatra, que também é adepto da terapia ortomolecular.


As descobertas do Projeto Genoma Humano nos possibilitaram a interpretação das informações contidas no DNA. “Com isto, por meio de um teste preditivo genético, começamos a compreender como os genes respondem a cada nutriente ingerido. Com estes dados em mãos, abre-se a perspectiva de se poder prescrever uma dieta única para cada paciente, voltada para o emagrecimento ou para a prevenção de doenças. A nutrigenômica, ciência que estuda a interação entre genes e alimentos, nos oferece o embasamento científico para tanto”, diz o Dr. Eduardo Gomes.


Um plano alimentar personalizado pode auxiliar o processo de perda de peso, preserva a saúde e ainda pode evitar o aparecimento de certas doenças.


No campo da nutrigenômica, já foram identificados genes que predispõem o organismo a consumir mais calorias, outros que influenciam as preferências alimentares por cafeína e doces, outros que favorecem as infecções no tecido adiposo – uma das maiores causas de obesidade. “Assim que soubermos todos os componentes alimentares que interagem com esses genes, teremos um caminho para controlar o apetite, a absorção de nutrientes, dentre outros aspectos envolvidos na digestão, tudo por meio da alimentação”.


Algumas características de alguns alimentos em estudo:

  • A clorofila, além de dar cor verde aos vegetais, estimula produção de glóbulos vermelhos do sangue e diminui chances de câncer.
  • Frutas e verduras reduzem risco de câncer de pulmão, estômago e próstata.
  • Isoflavonas, compostos encontrados nos grãos de soja e ervilha, reduzem risco de tumores relacionados a hormônios – de mama, ovário e próstata – e protegem contra osteoporose.
  • Sulforato, presente no brócolis, aumenta ação de genes vinculados à proteção contra agentes tóxicos.
  • Nitratos, nitrosaminas e nitritos (usados no processo de salgar, conservar em vinagre e defumar alimentos) estão ligados ao câncer de estômago.
  • Álcool e tabaco estão relacionados ao risco de câncer de boca, faringe, laringe e esôfago.
  • Adoçantes poderiam aumentar o risco de tumor de bexiga (observado em estudos com ratos).
  • Alimentos ricos em gordura estão relacionados a câncer de mama, próstata, cólon e endométrio.
  • Alimentos defumados e fritos estão ligados a câncer de esôfago e estômago.

Nos Estados Unidos, os testes práticos já estão em fase mais avançada. No experimento citado no início do post os pesquisadores analisaram dados de 101 mulheres caucasianas, que forneceram uma amostra de DNA retirada da bochecha.


As mulheres seguiram três dietas diferentes ao longo de um ano. A primeira, muito baixa em carboidratos, a segunda baixa em carboidratos e alta em proteínas e a terceira baixa, ou muito baixa, em gorduras.


As voluntárias foram divididas em três genótipos, descritos como: o que reage positivamente a uma dieta baixa em carboidratos, o que reage positivamente a uma dieta baixa em gorduras e o que reage positivamente a uma dieta balanceada.


Os pesquisadores concluíram que as voluntárias que seguiram a dieta genética adequada ao seu genótipo perderam de duas a três vezes mais peso durante o período em comparação com as que seguiram a dieta que não era a mais adequada.


Especialistas britânicos alertaram para o fato de que o estudo envolveu um número muito baixo de pessoas e não esclareceu quais genes estavam envolvidos.


Concluindo pessoal: Até o momento só temos muito "bafafá" sobre a chamada Dieta do DNA. Coisas práticas pro nosso dia a dia só em um futuro (próximo, espero). Para dietas mais "mundo real" temos a dieta do tipo sanguínio que irei falar em breve.


Se você gostou do meu compilado, não se esqueça de recomendar este artigo pros amigos :)

Até mais.

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